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OLÁ! SEJA BEM VINDO! Estudantes de Contabilidade, e empresários interessados em assuntos na área contábil! Neste Blog você irá encontrar diversos assuntos do dia a dia das empresas. Consulte aqui os arquivos do blog, use o índice por assuntos, assim como as diversas notícias e vídeos . Abraços! e boa leitura. J. Paulo Silvano Contabilista Proprietário e Sócio da Actmilenio@ desde 2003. ASSESSORIA CONTÁBIL TERCEIRO MILÊNIO LTDA
Actmilenio@
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
PROGRAMA “EM DIA 2013- SEFAZ-RS- PARCELAMENTO
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Imposto de Fronteira - DIFERENÇA NA ALIQUOTA ENTRADAS NO RS
Para governo, projeto que impede cobrança do Imposto de Fronteira não tem respaldo legal
PL 190 passou na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia e deve ir ao plenário
A aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do projeto que impede cobrança do ICMS de Fronteira deve aumentar o atrito entre lojistas e o governo do Estado. Em nota divulgada à imprensa, o secretário da Fazenda, Odir Tonollier, disse que não é possível criar medidas deste tipo sem antes fazer um estudo de seus impactos na economia.
Tonollier disse que o projeto não possui respaldo legal e espera que seja feita uma análise profunda do texto no plenário do legislativo. A proposta aprovada nesta terça-feira na CCJ impede que o governo reedite por decreto a cobrança.
Confira a nota na íntegra:
O diferencial de alíquota interestadual é matéria tributária e de iniciativa exclusiva do Executivo.
Não é possível tomar medidas que interferem na economia do Estado e no orçamento público sem um estudo adequado das suas consequências — inclusive sendo passível de enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF): quando se renuncia a uma receita deve-se apontar de onde sairá o referido recurso.
Novamente, trata-se de iniciativa sem respaldo legal (como a anterior). Deste modo, esperamos que o assunto seja melhor examinado no Plenário da Assembleia Legislativa.
Entenda a polêmica
A cobrança da alíquota de 17% de ICMS para produtos que vêm de outros Estados foi criada no governo Yeda Crusius, em março de 2009. Os principais produtos são brinquedos, roupas, tênis, malhas, mochilas e até lentes de grau. O governo estadual justifica que a cobrança cobre a diferença entre o ICMS gaúcho (média de 17%) e o de outros Estados (12%). Se dispensasse os cinco pontos percentuais, perderia cerca de R$ 200 milhões por ano, além de enfraquecer a indústria gaúcha.
Já os lojistas alegam prejuízos. Os que mais se queixam são os pequenos e micros, que pagam os 5% de diferença na alíquota única do Simples Nacional (mistura de tributos estaduais e federais).
Tonollier disse que o projeto não possui respaldo legal e espera que seja feita uma análise profunda do texto no plenário do legislativo. A proposta aprovada nesta terça-feira na CCJ impede que o governo reedite por decreto a cobrança.
Confira a nota na íntegra:
O diferencial de alíquota interestadual é matéria tributária e de iniciativa exclusiva do Executivo.
Não é possível tomar medidas que interferem na economia do Estado e no orçamento público sem um estudo adequado das suas consequências — inclusive sendo passível de enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF): quando se renuncia a uma receita deve-se apontar de onde sairá o referido recurso.
Novamente, trata-se de iniciativa sem respaldo legal (como a anterior). Deste modo, esperamos que o assunto seja melhor examinado no Plenário da Assembleia Legislativa.
Entenda a polêmica
A cobrança da alíquota de 17% de ICMS para produtos que vêm de outros Estados foi criada no governo Yeda Crusius, em março de 2009. Os principais produtos são brinquedos, roupas, tênis, malhas, mochilas e até lentes de grau. O governo estadual justifica que a cobrança cobre a diferença entre o ICMS gaúcho (média de 17%) e o de outros Estados (12%). Se dispensasse os cinco pontos percentuais, perderia cerca de R$ 200 milhões por ano, além de enfraquecer a indústria gaúcha.
Já os lojistas alegam prejuízos. Os que mais se queixam são os pequenos e micros, que pagam os 5% de diferença na alíquota única do Simples Nacional (mistura de tributos estaduais e federais).
terça-feira, 29 de outubro de 2013
REFIS GAUCHO-Dívidas de ICMS de lojistas gaúchos
Dívidas de ICMS de lojistas gaúchos poderão ser parceladas em até 120 meses
Palácio Piratini lançou nesta segunda-feira o programa Em Dia 2013 para cobrar R$ 1 bilhão em impostos atrasado
Nilson Mariano
O governador Tarso Genro assinou, na manhã desta segunda-feira, o programa Em Dia 2013, com a expectativa de cobrar R$ 1 bilhão em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O decreto resultou de negociações com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), que participou do evento no Palácio Piratini.
Pelo acordo com os empresários, o ICMS poderá ser pago em até 120 meses, com 40% de desconto nos juros. A medida beneficia principalmente os lojistas em débito com o ICMS de fronteira. Eles questionavam a cobrança de cinco pontos percentuais para mercadorias compradas fora do Estado, onde o ICMS, na média, é de 12%. No Rio Grande do Sul, a alíquota é de 17%.
O secretário estadual da Fazenda, Odir Tonollier, disse que a expectativa é cobrar R$ 90 milhões em ICMS de fronteira. Já o presidente da FCDL, Vitor Koch, que se sentou ao lado de Tarso na cerimônia realizada no Piratini, elogiou a disposição do governo em negociar.
– Estamos satisfeitos com esta repactuação – disse Koch.
Condições favoráveis
Pagamento: em até 120 meses
Descontos nas multas:
– 75% para pagamento à vista
– 50% em até 12 vezes
– 40% em até 24 vezes
– 30% em até 36 vezes
– 20% em até 60 vezes
Pelo acordo com os empresários, o ICMS poderá ser pago em até 120 meses, com 40% de desconto nos juros. A medida beneficia principalmente os lojistas em débito com o ICMS de fronteira. Eles questionavam a cobrança de cinco pontos percentuais para mercadorias compradas fora do Estado, onde o ICMS, na média, é de 12%. No Rio Grande do Sul, a alíquota é de 17%.
O secretário estadual da Fazenda, Odir Tonollier, disse que a expectativa é cobrar R$ 90 milhões em ICMS de fronteira. Já o presidente da FCDL, Vitor Koch, que se sentou ao lado de Tarso na cerimônia realizada no Piratini, elogiou a disposição do governo em negociar.
– Estamos satisfeitos com esta repactuação – disse Koch.
Condições favoráveis
Pagamento: em até 120 meses
Descontos nas multas:
– 75% para pagamento à vista
– 50% em até 12 vezes
– 40% em até 24 vezes
– 30% em até 36 vezes
– 20% em até 60 vezes
FONTE: ZERO HORA
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